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Quando o amor platônico vira real

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Eu, você e todo mundo que tem umbigo já passou pela experiência de ter um amor platônico. Pode ter sido na infância, quando você era apaixonada pelo professor de educação física, na adolescência, quando você trocava olhares com o mesmo menino no ônibus (todos os dias no caminho do colégio para casa), e hoje em dia, que você não resiste a um flerte com o cara da pós. Seja como for, com quem for: fomos, somos e seremos cheias desses amores que divertem as nossas vidas!

O que acontece, em raras ocasiões, é que aquele carinha que na verdade tem a função de alegrar o seus dias nublados, sai do plano do impossível e se torna algo real, palpável! E aí, a confusão pode ser séria! Já aviso que não sou especialista neste assunto, sou curiosa ou no máximo vítima (não no sentido sofredor da coisa, é que já aconteceu comigo). Mas, vamos à análise deste fenômeno: o amor platônico que vira real.

Primeiramente, aquele sentimento de ser a protagonista do filme mais água com açúcar do mundo invade a vítima do processo de materialização do amor platônico. A paixão causada por este fenômeno atinge níveis extraordinários, pura satisfação! Na cabeça dessa garota, a teoria desse amor é perfeita, mas aí vem um ponto traiçoeiro: esta equação só é perfeita, porque um dos elementos principais foi idealizado durante algum tempo! Mas, isso não é necessariamente um diagnóstico de fracasso, pode ser que funcione, é só descobrir se a “nova” realidade mantém o amor vivo (o que também pode ser raro).

O que normalmente vejo acontecer é que depois de um tempo, rola aquele “choque” de realidade. Todas as qualidades platônicas são de fato platônicas, e a frustração/ decepção provenientes deste amor são esfregadas na cara da vítima com bastante intensidade… Ok, fui trágica, dependendo do seu estado de espírito substitua a última sentença por: “todas as qualidades idealizadas, infelizmente não são reais, e o que resta disso é uma leve frustração misturada com um pouco de decepção”.

A conclusão que tiro destas situações que ouço falar, que presencio ou até mesmo que vivencio, é simples: amor platônico nasceu para ser amor platônico! Para proporcionar uma fantasia boa numa tarde entediante, para aliviar o aperto no coração após uma notícia decepcionante e assim por diante. Digo mais: amores platônicos deixam a mente e coração saudáveis (só cuidado com os exageros), por isso, vamos nos atentar para sempre mantê-los neste plano. Porque amor de verdade é simples e encharcado de realidades que se complementam harmonicamente!

♪ Love Song – Sara Bareilles

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15 Respostas para "Quando o amor platônico vira real"

    • Mylena Gama
      27 de julho de 2014 - 22:19 Responder

      aaah, obrigada, Rodrigo! =D

  • Ilka Barreto Gama
    23 de julho de 2014 - 10:11 Responder

    Adorei o texto!!

    • Mylena Gama
      27 de julho de 2014 - 22:19 Responder

      lindinha! Obrigada

  • Por que eu ainda estou solteira?! |
    28 de julho de 2014 - 19:21 Responder

    […] paixão platônica. Inclusive, o último texto da Mylena Gama foi sobre o assunto (leia clicando aqui). Amores reais envolvem família, defeitos, crises… nas paixões platônicas só existe você […]

  • Adrielly
    2 de junho de 2015 - 19:52 Responder

    Como os seus textos me fazem bem! Acabei de passar por uma desilusão bem “tensa” digamos assim. Adorei o texto e me fez lembrar de alguns “amores de ponto de ônibus”, sabe ? Kkkkkk
    Continue assim, bjss
    P.s. Além de fornecer ótimos texto também indica ótimas músicas kkkkkkk

    • a terapia de alice
      5 de junho de 2015 - 18:23 Responder

      Adrielly, muito obrigada pelo carinho mesmo! Amores platônicos servem bem para aconchegar nossos corações feridos. Espero que um amor de ponto de ônibus alivie sua última desilusão e que em breve você possa voltar para o campo dos amores reais. Muitos beijos <3

  • Ana Carla
    3 de junho de 2015 - 20:20 Responder

    Parabéns pelo seu texto . Sempre acompanho o blog e me identifico com as postagens .

    • a terapia de alice
      5 de junho de 2015 - 18:19 Responder

      Obrigada, Ana! Ficamos bem felizes que você gosta e nos acompanha :) Beijinhos

  • Elizabeth Carvalho
    25 de junho de 2015 - 11:06 Responder

    Gostei do texto Mylena. Tenho lido muito sobre o assunto e pensado a cerca do amor em diversos planos da vida. E me veio a ideia de começar a escrever sobre a temática de relacionamentos. Sou formada em letras e me interesso pelo assunto porque sou muito crítica a respeito de relacionamentos e talvez por isso estou solteira a um bom tempo.

    • a terapia de alice
      25 de junho de 2015 - 13:51 Responder

      Obrigada, Elizabeth! Sabia que divulgamos textos escritos por nossos leitores? Se vc quiser compartilhar suas ideias com a gente, é só mandar os textos para contato@aterapiadealice.com. Também somos muitos críticas a respeito de relacionamentos, nem sempre é fácil, mas sempre muito mais digno! Beijos

  • simone
    24 de janeiro de 2016 - 20:11 Responder

    Amo, amo seus textos so durmo depois que leio.

    • a terapia de alice
      1 de abril de 2016 - 17:08 Responder

      Obrigada por todo carinho, Simone!! :) Volte mais vezes

  • Getúlio
    4 de julho de 2016 - 17:01 Responder

    Matéria maravilhosa adorei e também quem a fez.

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