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Malvada como eu… não sou

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No dia mundial do rock, 13 de julho, eu dei minha chuteira de prata (relembre aqui) para a Courtney Love e justifiquei dizendo que a minha escolha por ela era muito subjetiva. A viúva do Kurt Cobain é extremamente polêmica e coleciona inimigos na mesma proporção que seu vovô coleciona selos, mas mesmo assim, ela cativou a Mylena de 14 anos, e confesso que até hoje gosto de ouvir suas músicas gritadas, seja com o Hole ou em sua carreira solo.

Mas até este momento, você não deve estar entendendo o link do título deste post com as palavras escritas, vou explicar: em 1997, a Courtney escreveu um texto chamado: ‘Malvada como eu’, que foi até traduzido e publicado no Brasil, na Folha de São Paulo. Eu só encontrei o texto anos depois, e assim que o li, fiquei impressionada! Resumindo, as palavras de Love diziam que garotas malvadas eram independentes, duronas e sempre conseguiam o que queriam. Pronto! Naquele momento, eu pensei que ser uma garota malvada seria uma boa.

Pode ser que por algum tempo eu tenho sido uma aprendiz de garota malvada, e tenha feito alguns ensaios de rebeldia e de “malvadezas”, mas o tempo passou e eu descobri que sou daquelas, que ao contrário da maioria, prefere não fazer a se arrepender. E quanto mais meses arranco de meus calendários, mais eu vejo a “boazinha” que sou, mesmo que as vezes não pareça. Aquela vela história de colecionar primaveras…

O resumo de toda essa ópera eu diria que é o seguinte: ser ou não ser malvada como a Courtney Love, tanto faz! Conforme os anos vão passando, essas coisas mudam mesmo, e a parte que realmente importa é ser quem quiser e ser o que se é, e claro, se permitir mudar quando for!

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