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Amar a ideia do amor

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Vira e mexe eu caio nessa armadilha: acho que o amor chegou, me apego a ideia dele e percebo que opa, chegou não. Tudo bem, a maioria das vezes não é um processo doloroso, porque a minha fixação era na ideia e vontade de ter um amor, não no alvo propriamente dito.

O problema, na verdade, está na criação de expectativas e nisso eu sou boa. Mesmo me esforçando para conter meus instintos e para coordenar as rédeas da minha própria vida, eventualmente eu tô lá, sonhando acordada e fazendo planos que só se concretizariam se aqui fosse a terra do nunca.

Eu amo a ideia do amor, porque eu amo o amor em si. Olha tudo que ele faz por nós, olha tudo o que a gente faz por ele. Se não fosse o amor, imagina quanta coisa no mundo não teria acontecido. Talvez eu ou você, não existíssemos. Gosto de pensar que o amor é a “magia” ou “poder especial”, que nós humanos, temos.

Então, eu não me culpo por querer amar, por querer extrapolar as barreiras do meu coração e traduzir em carinhos e abraços toda essa força que eu sinto no meu peito. Me absolvo por tentar encontrar em cada tropeço um farelo de amor que seja.

Não vou me fechar e evitar essas armadilhas do caminho. Cada dia mais, eu me esforço para deixar o medo e o orgulho de lado. Porque eu sei que um dia desses, ele vai chegar. E aí, eu vou poder amar a ideia do amor e o alvo dele. Sem receio, sem meias-palavras. Por inteiro, de corpo e alma, como eu sou.

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